DWBRcast 41 – Uma Montanha-Russa de Feels! Nosso review de Hell Bent

Bom dia/Boa tarde/Boa noite, você que também está com mixed feelings com esse finale!

Essa semana, o dreamteam do DWBRcast, Freddy, Thais e os companions Letícia Cosmos e Bárbaro para revisar Hell Bent, a última parte desse finale dividido em três! Afinal, esse episódio que tinha tudo pra ser ótimo se comprometeu demais com as decisões tomadas? Moffat precisa aprender a respeitar a morte? O poder subiu à cabeça de novo? Dá logo esse play e descubra nossas opiniões!

Esse podcast contém spoilers de Heaven Sent!

LEMBRE-SE: Esse podcast tem alto teor daquela coisinha chamada opinião. Você não precisa concordar com ela, só respeitar 🙂

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Freddy Pavão

Freddy Pavão é publicitário, nerd, gamer, podcaster e entusiasta da série clássica. Começou a ver Doctor Who em 2008. Doutor favorito: 7º. Companion favorita: Ace. Vilão favorito: Valeyard!

16 comentários em “DWBRcast 41 – Uma Montanha-Russa de Feels! Nosso review de Hell Bent

  • 07/12/2015 em 9:55 PM
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    Este ep foi maravilhoso dou 12.9 para ele!!!
    E estou muito felizzzzz!!!!!!
    Desculpa ai Thais e Freddy,
    Bjs

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  • 07/12/2015 em 10:26 PM
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    Olá!

    Assim, tudo oq vcs acharam ruim, eu achei o máximo… Mas eu não estou aqui para brigar hehe. Só pra justificar: Eu adorei porque no fim foi o episódio mais feminista da temporada e como feminista que sou, adorei, simplesmente! Pra mim a mensagem foi: Você companion, você pode ser o que você quiser! A Clara queria ser o Doutor e ela NÃO FOI PUNIDA com a morte por isso! Isso é realmente uma mensagem empoderadora na minha opinião. Ela PODE ser igual ao Doutor se ela quiser. Ela foi corajosa, fato. Ela vai morrer, fato. Ela não fugiu simplesmente, ela só vai ser o que ela sempre quis antes de morrer. Isso não tira a coragem dela de jeito nenhum. Eu entendo que o cliffhanger foi traumático e nem tudo está explicadinho (o Doutor não é bobo, ele deveria ter lembrado dela, a não ser que a parada lá tenha bloqueado mesmo a Clara na mente dele), mas eu achei genial. Me surpreendeu, não era o que eu estava esperando, e no final ainda deu um gancho para a próxima temporada (pelo menos a Lady Me eu quero muito que volte!).

    Foi um episódio mais feminista que o episódio que tinha mais mulher (a dupla The Zygon Invasion e The Zygon Inversion), porque justamente quem resolve a parada e está mais no controle não é o Doutor! Isso sim é feminismo e igualdade de gênero inter-espécies =)

    Acho que o episódio já dava essa pista feminista antes, na regeneração da general, achei muito muito boa a cena. E pra mim o que falta agora é a próxima regeneração ser uma mulher. Aguardo por isso.

    Abraços e mesmo não concordando com as notas de vocês (minha nota é um Matt Smith!), eu parabenizo pelo podcast =)

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    • 26/12/2015 em 5:36 PM
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      Achei o episodio maravilhoso, mas não pela besteirada feminina. Só feministas malucas que implicam com tudo e querem que tudo seja “feminista” reclamam da participação feminina no doctor who. è ofensivo ficar achando que tudo que respeita mulher é “feminista”. Feminismo é uma ideologia cega e exagerada, que está criando mais problemas que soluções para o mundo, focando tudo em um genero (bem parecido com machismo, não?). O doutor não é destaque da serie e resolvedor de problemas por ser homem, e sim por ser o PROTAGONISTA. O alien semi imortal com mais de 2 mil anos de idade.

      A Clara foi uma das companions mais autonomas e protagonistas da serie. Eu sempre vi gente reclamando disso e odiando ela, mas eu sempre AMEI a personagem. Isso é por que ela é super bem escrita e interpretada. Não preciso de ideologias cegas para apreciar uma personagem feminina e suas ações.

      Chega de ideologias ditando nossa sociedade. Será que não é possivel tratar seres humanos de maneira igual? Será que não é possivel deixar ideologias de lado e respeitar o outro?

      Eu literalmente chorei em varias partes nos ultimos episodios, pois a Clara era muito querida por mim. Felizmente, eu não tinha nenhuma ideologia nebulando meu julgamento na serie.
      Nâo quero um doctor who “feminista”, quero um doctor who como sempre foi, demonstrando o melhor que a humanidade pode ser, e criticando o pior dela.

      Emfim, deixando o papo de ideologia de lado, esse final de temporada foi triste demais, e também muito bem feito. Se a serie não puxar limites, não vai ser mais doctor who. SIM, o Moffat tem que continuar puxando esses limites, e “respeitar a morte”, honestamente, é besteira. Em um seriado com um protagonista com varias vidas, depois da ligação extremamente forte que o doutor e a clara estabeleceram, Ele não fazer nada seria completamente ABSURDO.

      Emfim, amei o episodio, e só posso sonhar com um Spinoff de Clara Ashildr 🙂

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  • 07/12/2015 em 10:44 PM
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    Aaah Moffat… Tava dando tudo tão certo! Por que? Me diz o por quê? Minha nota é um Tom Baker. A Clara tinha morrido de maneira digna, tinha acabado ali e ele não só quis traze-la de volta, como deu uma Tardis pra ela! Nesse exato momento eu estou muito bolado!
    Em compensação, Capaldi deu um show de atuação! Nos primeiros momentos do episódio ele não fala quase nada, e só sua postura e feição demonstram uma coisa: Ele ta bolado! O que mais me agradou no episódio foi ele, ele foi genial!
    Só não entendo o que o Moffat quis fazer, ele tinha tudo pra fazer um episódio incrível e fez, na minha opinião, uma cagada! Me desculpe quem gostou do episódio, eu não gostei. Foi sem necessidade isso que ele fez: fazer com que uma companion seja a mais importante de todos que a antecederam. Acho que se depende-se dele, ele mudava o nome da série para Clara Who.
    Aliás, se for feito mesmo um Spin-off com ela e a Me com certeza irá ser esse o nome.

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  • 08/12/2015 em 12:17 PM
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    Uma sugestão: Tentem trazer convidados para o podcast que tenham opiniões um pouco distinta da de vocês para assim gerar uma discussão legal representando os dois lados 🙂

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    • 08/12/2015 em 12:26 PM
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      Deixa eu explicar rapidinho como funciona a gravação do DWBRcast.
      A(s) pessoa(s) se juntam conosco, assistem o episódio quando sai, reassistem e então gravam o podcast. Tudo seguido.

      Agora me diz COMO eu ia adivinhar que os 4 não iam gostar do episódio? Não têm como prever opinião (tanto que acontece bastante de durante a gravação eu e a Thais discordarmos em certos pontos – vide Idiot’s Lantern que eu acho um lixo e ela gosta pra caramba)
      Curiosamente a primeira coisa que falei quando acabamos de gravar foi “puts, queria que pelo menos um de nós tivesse gostado do desfecho do episódio pra dar uma equilibrada… mas fazer o que?”

      No mais, como eu mesmo falei no podcast, o episódio foi bom, o problema foi só o finalzinho. Questão de opinião, gente hehe

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      • 08/12/2015 em 2:36 PM
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        Sim sim, questão de opinião, mas como eu disse vocês poderiam tentar gravar de outra forma, é muito chato quando o ouvinte tem um opinião contrária e não tem ninguém no cast que possa representa-lo rebatendo argumentos. Quando os episódios dividem opiniões assim vocês poderiam tentar gravar de outra forma 😀 mas parabéns pelo trabalho!

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  • 08/12/2015 em 3:28 PM
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    CURADOR!
    Cheeega de Galifrey! Não quero a série virando TV Senado, com esses senadores de desfile carnavalesco e cheio de tretas políticas!!! Não quero a série parecendo noticiário de Brasília, nem petralhas x coxinhas. Não poluam a série…..
    Legal o Doctor “esquecer” a Clara. Não dá pra ficar com o Doctor deprê morando nas nuvens, como no começo de “The Snowmen”…..
    Abraços e bom natal a todos!

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  • 09/12/2015 em 9:38 PM
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    Só queria deixar um comentário rápido… Pô, o Doutor NÃO ficou 4 bilhões de anos sozinho, nem sem ver a Clara esse tempo todo… Ele rebootava toda vez que Doutor-moribundo-futura-caveirinha fazia uma chupeta no transporte. E ele ficou quanto tempo ali até a hora do soco? Uns 2 ou 3 dias? Mais o dia e meio se arrastando? Arredondemos para cima: o Doutor não via a Clara fazia uma semana, e ficou 1 semana sozinho. Então todo aquele drama da Clara sobre o tempo que se passou e… dos participantes do podcast (rs!!!!), não se justifica.
    Mas antes que pensem que sou um hater, eu adorei o episódio. 😀 Inclusive o final bobalhão (serviu para equilibrar com a morte besta da Clara).

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    • 11/12/2015 em 11:28 PM
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      Você assistiu o episódio e parece que você não presto atenção (Não estou te criticando e nem julgando,só afirmando mesmo). Porque se você não percebeu toda vez que ele sobe na torre e conversa com a caveira e fala q avanço 7 mil anos no futuro, depois repeti a cena passo 12 mil anos no futuro e sim ele ficou 4,5 bilhões de ano esperando por ela.
      Ele passo 1 semana sim só que na linha do tempo dele e depois rebootava. Mas na linha do tempo universal se passa 4,5 bilhões de ano.

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      • 27/02/2016 em 9:17 AM
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        Opa, não tinha visto a resposta. Mas Raul, tu que não prestou atenção no que eu escrevi. Eu não falei do calendário. Eu sei que passaram 4 bilhões de ano. E aí você concorda comigo plenamente quando diz que **para ele** só tinha se passado uma semana.
        Então foi esse o tempo que ele ficou sozinho.

        Imagine que tua namorada viajou no fim do dia 1 e aí no fim do dia 2 te congelam. E daqui a um milênio te descongelam. Faz quanto tempo que *você* não vê sua namorada? Um dia? Ou mil anos? Ela morreu alguns séculas atrás, mas você não a vê só faz 1 dia!

        O “clone1” (por assim dizer) ficou 1 semana sozinho. Aí o “clone2” ficou 1 semana sozinho. Aí o “clone3” ficou 1 semana sozinho… E repita essa frase por alguns milhões de vezes… Foi uma semana horrível, mas… foi só 1 semana do *ponto de vista dele*. Muito, mas MUITO diferente dele ‘viver’ os 4,5Bi de anos de solidão. Em suma: ele passou (só) 1 (horrível) semana sozinho. 🙂

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  • 10/12/2015 em 10:43 PM
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    Não entendi, por que estão tão bravos com o episodio? se sentiram enganados pelo autor? porque frustaram suas expectativas? Calma, olhando a historias dos dois episodios anteriores, o episodio foi muito bom, supreendeu emocionou, claro que tem pontos discutives, mas isso não atrapalha a linha de desenvolvimento da história. Poderia comentar vários pontos mas gostaria de dar minha opinião sobre o que basicamente parece incomodar mais a todos.

    O motivo pela qual o Doutor se sacrificou durante 4,5 bilhões de anos, ultrapassou limites, quebrou todas regras (inclusive as próprias) pela Clara, uma simples companion, simplesmente porque (sorry, vou dizer algo que parece ser profano por aqui, sorry) ele ama a Clara. Movido, não somente pela dor da perda, mas pela falta da companhia dela (isso é bem estabelecido no episodio anterior), a paixão que ele sente por ela é o que o faz ir a extremos, sim paixão, como Me mesmo ironizou, ele pos em risco o tempo e espaço só por amizade.. ah sei, sei…me engana que eu gosto, e convenhamos ela não é uma “simples companion”, podemos juntar vários motivos, mas podemos lembrar das 3 principais:

    1- Clara não hesitou em se sacrificar entrando na timeline dele, para salvar todas as regenerações dele.

    2- Enquanto Rose foi a boia salva vidas de um doutor armagurado e arrependido, perseguido por uma culpa que corroia sua alma, Clara foi quem o curou dessa culpa definitivamente, na origem.

    3- Foi ela que suplicou aos Time Lords um novo ciclo de regenerações para um tristemente conformado e cansado Doutor.

    Só por esses motivos, já a torna a companion mais poderosa que ele já teve, uma combinação bem explosiva, como Me observou: um Time Lord apaixonado e uma garota muito parecida com ele. Normalmente as companions limitam e seguram o Doutor, faz parte do perfil de uma companion, mas Clara é uma companion que empura o Doutor para frente, uma companion perfeita, perfeita até demais, talvez esse seja o problema.

    O perfil da personagem Clara é totalmente diferente de todas as outras companion, a linha evolutiva da personagem foi sempre ascendente. Sim, Clara é a companion humana que consegue agir, literalmente, como o Doutor!, por isso não achei estranho o final do episodio, com ela numa TARDIS agindo como o Doutor e Me como companion, para mim foi natural e corou o ciclo do personagem. E não desmereceu em nada os feitos anteriores, ela vai voltar a Gallifrey para morrer, é um ponto fixo ela sabe, só que vai demorar um pouco, como o Doutor faria.

    Apesar de triste, admito que me senti meio aliviado por Jenna Coleman sair do programa, a linha evolutiva da personagem poderia explodir o plot do seriado. Mas voltando ao que achei do episodio, pelas razões que citei acima, o episódio, foi uma conclusão bem legal, bem bacana, coerente do inicio ao fim.
    Não entendo muito do seu criterio de notas mas algo que seja o mesmo que muito bom está de bom tamanho.
    Agradeço a paciencia por ter lido… run!

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    • 26/12/2015 em 5:45 PM
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      VOntade de te dar um abraço Vicente. Explicou perfeitamente a situação. E essa coisa de “respeitar a morte”… Queria entender como alguem acha que o doutor ia aceitar numa boa a morte injusta da pessoa que salvou ele e o universo inteiro, se despedaçando para cada ponto da sua linha do tempo. A ligação deles era extremamente grande. A Clara vai me deixar muitas saudades, adorei ela. Esse episodio foi definitivamente uma finalização perfeita, pois cobriu todos os pontos que precisava. Abriu as portas para a proxima temporada não ser completamente depressiva.

      E o final tava sendo contruido a muito tempo, com a Clara sempre ajudando em alguma coisa na pilotagem da tardis durante as temporadas.

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    • 12/02/2016 em 1:50 PM
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      Concordo plenamente; a esses motivos que vc deu, adiciono mais uns:
      – ninguem se lembra dos CARTOES que o Capaldo levava no bolso? aquilo era uma demonstracao grafica de que ELE LIDA MAL COM EMOÇOES. ele precisava de uma COLA pra saber como se portar melhor diante de situaçoes de mal estar interpessoal (se o 11o era um velho num corpo jovem, o 12o é um imaturo num corpo de velho). junte-se a isso o fato de que ele CULPA os Time Lords pela morte de Clara (vejam que nao discuto se ela foi ou nao inconsequente, pq foi).
      Como resultado, vemos um doutor putaço da vida por uma morte QUE ELE CONSIDERA INJUSTA, e por isso usa de todos os subterfugios (o tempo gasto no disco de confissão) para conseguir alcançar aqueles que ele considera culpados. Ao alcança-los, ele so faz humilhar Rassilon e dá um golpe de estado em Gallifrey. Já no poder, ele tem autoridade para tentar desfazer a “injustiça” da morte de Clara. mas ele – mais uma vez nao sabendo lidar com adversidades – poe os pes pelas maos e assassina o general (a regeneraçao em consequencia acaba tentando diminuir um pouco sua culpa perante nos, mas se fosse o Mestre atirando a queima roupa no Doutor, o crime era o mesmo). Resta a ele fugir, que é o que ele faz de melhor.
      Respeito os caros podcasters que tinham grandes expectativas sobre a volta de Gallifrey e essa fixação pelo Valeyard, mas no fim na minha visao a historia era sobre um homem inconsequente indo aos ultimos recursos para reparar uma injustiça, tendo ou não amor envolvido nisso.
      O finalzinho com Clara e Me (Clara e eu?) na Tardis-restaurante é , também na minha opiniao, um modo de dizer que a “companion que salvou todas as vidas do doutor e perdeu o namorado por causa do doutor” vai ter um final feliz. qualquer final que ela tivesse, o Moffat seria alvo de criticas (se morre criticam pq ela era importante, se nao morre critica pq ela nao pode ser mais importante que as outras companions) . que fez Moffat? usou a ideia do HIBRIDO pra criar alguem que esta vivo e morto ao mesmo tempo; e SIM, ele pode criar isso pq ele era fâ de Doctor Who quando a gente nem era nascido, cresceu trabalhando com isso, foi contratado por merito proprio e ta fazendo o que ele quiser, pq agora é canon. e isso sim, é bom aceitar pq doi menos.

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  • 12/02/2016 em 2:04 PM
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    Ah, e minha nota é um Tom Baker, nao pq ele é o 4, mas pq pra mim ele é 10, junto com o Tennant. e eu uso sistema decimal.

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